Dormir mal pode aumentar o risco de ter depressão

Segundo especialistas, quem dorme pouco engorda, fica mais doente, além de deixar de liberar hormônios importantes para o corpo, como a melatonina, a testosterona e o GH, o hormônio do crescimento.

A insônia é um problema enfrentado por muitas pessoas e os efeitos refletem na qualidade de vida, saúde e bem estar. Segundo especialistas, quem dorme pouco engorda, fica mais doente e pode aumentar o risco de ter depressão. A pessoa que não chega em fases de sono importantes, deixa de liberar hormônios como o GH ( hormônio do crescimento), a melatonina e a testosterona. Para falar sobre o assunto, o Bem Estar desta terça-feira (20), recebeu o endocrinologista Bruno Halpern e a professora do sono da Unifesp, Mônica Levy Andersen.

Higiene do sono
Se preparar para dormir pode contribuir muito para a produção da melatonina e a melhoria da qualidade do sono. Dormir bem significa reordenar o organismo para a melhora das funções do corpo, ajudando em vários processos. Cuidados simples, como deixar as luzes de casa mais baixas, evitar usar equipamentos que refletem muita luz como celulares, tablets e TV, podem ajudar. Deve-se também evitar discussões ou atividades estressantes e realizar atividades prazerosas, que proporcionem relaxamento ao corpo e da mente.

Dicas para a higiene do sono:
Desligar as luzes da casa
Evitar usar equipamentos como tablets e TV
Evitar discussões
Realizar atividades prazerosas

Melatonina

A função principal desse hormônio é mandar o recado para o cérebro de que já é noite. A melatonina também tem funções antioxidantes e anti-inflamatórias já que interfere em todo o metabolismo. Por melhorar o sono, a melatonina influencia na desaceleração do envelhecimento, na capacidade cognitiva e na manutenção da memória.
Pouca melatonina pode reduzir o gasto energético, que contribui para o aumento de peso e aumenta problemas relacionados à obesidade, além de aumentar o risco de diabetes. Mas esse hormônio não deve ser usado sem a orientação médica e não é indicado para crianças.

Fonte: Bem Estar

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Depressão em idosos: quais os sinais?

Ficar solitário é realmente um gatilho para a depressão. Por isso, é importante construir uma rede de relacionamentos reais.

Em que momento da vida a solidão se transforma em depressão? É um processo lento, quase imperceptível. “Acho que é uma coisa que vai nos pegando devagarzinho, quando os filhos crescem, casam, constituem suas famílias. A gente vai pensando: nossa, o que eu faço? Agora não sirvo para mais nada?”, relata a aposentada de 80 anos Cezanil Di Giacomo.

Ficar solitário é realmente um gatilho para a depressão. Por isso, é importante construir uma rede de relacionamentos reais. Além disso, o contato humano estimula o cérebro e o autocuidado, como realizar atividade física, dar mais atenção à alimentação, e também garante amparo em momentos de necessidade.

Sinais de depressão nos idosos

Os sinais são diferentes nos idosos. Eles podem não relatar tristeza, desânimo, mas podem apresentar ansiedade, queixas físicas, pessimismo. É preciso atenção! A depressão também pode piorar o controle da diabetes, hipertensão.

Tratamento

Tratar a depressão do idoso também é diferente. Ele exige mais cuidados do que um adolescente ou um adulto. É preciso saber com detalhes como estão órgãos como fígado, rim. Isso porque eles podem ser afetados pelos antidepressivos. “Tem que tomar cuidado com a dose, porque o metabolismo do idoso é mais lento e essas drogas são metabolizadas no fígado. Se a gente der uma dose excessiva, esse remédio vai ficar muito tempo circulando, o que não é bom”, explica o psiquiatra Carlos Galduróz.

As condições do cérebro também influenciam o tratamento. “O cérebro do idoso está numa fase degenerativa. O número de neurônios vai diminuindo com o passar dos anos. Interfere até no prognóstico e talvez a pessoa com bastante idade não consiga ficar sem o remédio, por falta de neurônios”, completa Galduróz.

Cartilha da solidão

Uma cartilha para combater a solidão, principalmente entre idosos. Essa é a ideia do governo inglês, que criou o ‘Ministério da Solidão’. A solidão atinge um em cada sete britânicos.
A primeira-ministra anunciou uma verba equivalente a R$ 9 bilhões para projetos comunitários nos próximos cinco anos. O dinheiro vai para construção de espaços de artes, jardins, aula de culinária, clubes de caminhada. Qualquer projeto que promova encontros.

O risco de morte entre solitários aumenta em 26% – mais ou menos o mesmo que a obesidade e tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros por dia. Solidão é um problema de saúde pública.

Cetamina

A revista britânica de saúde Nature definiu a cetamina como a maior descoberta dos últimos 50 anos na área da psiquiatria. Ela é usada tradicionalmente como anestésico, mas uma série de estudos pelo mundo já comprovou que, em doses menores, a cetamina também combate a depressão.
“Ela realmente revolucionou o tratamento. Não só por funcionar muito bem em casos refratários da depressão, mas pelo fato dela ter um efeito que a gente chama ultrarrápido”, explica o psiquiatra Acioly Lacerta. A cetamina tira a pessoa do estado deprimido em uma ou duas horas.

Ela age nos receptores dos neurônios e faz com que eles se expandam e assim formem novas conexões. Melhora a transmissão cerebral, a formação de novos neurônios e restaura circuitos cerebrais que estão funcionando de forma precária na depressão ou que estão até atrofiados.

Para depressão, a cetamina é um tratamento off label, ou seja, é utilizada para uma finalidade diferente daquela que está indicada na bula. O produto é aplicado na veia, mas pesquisadores brasileiros já testaram a aplicação subcutânea no abdômen.

Os pesquisadores esperam que a cetamina subcutânea seja aprovada pela Anvisa até o ano que vem. Mas fica o alerta: tomar cetamina não significa largar os remédios.

Fonte: Bem Estar

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As vantagens de cada idade para aprender um novo idioma

Todos nós nascemos com um dom natural para línguas. No primeiro ano de vida, nossos cérebros começam a se especializar, sintonizando os sons que ouvimos com mais frequência. Os bebês já balbuciam em sua língua materna.

É mais uma manhã de outono movimentada na Spanish Nursery, uma creche bilíngue no norte de Londres. Pais ajudam os filhos a descer da bicicleta, professores cumprimentam as crianças com um abraço e um entusiasmado Buenos dias! No parquinho, uma garotinha pede para fazer uma coleta (maria-chiquinha, em espanhol), brinca com uma bola e grita: Catch! (pega, em inglês). “Nessa idade, as crianças não aprendem um idioma – elas o adquirem”, diz Carmen Rampersad, diretora da escola. A declaração parece resumir a invejável naturalidade dos pequenos poliglotas ao seu redor. Para muitas crianças, o espanhol é o terceiro ou quarto idioma. Entre suas línguas maternas, estão o croata, hebraico, coreano e holandês. Ao comparar a desenvoltura deles com a dificuldade de um adulto em cursos de idiomas, seria simples concluir que o melhor é começar a aprender uma nova língua na infância. Mas a ciência oferece uma visão muito mais complexa de como nossa relação com os idiomas evolui ao longo da vida – e pode encorajar quem começa a estudar mais tarde.

De um modo geral, cada fase da vida nos oferece diferentes vantagens no aprendizado de línguas. Os bebês têm um ouvido melhor para sons diferentes; as crianças conseguem assimilar sotaques nativos com uma velocidade surpreendente. Já os adultos têm uma capacidade de atenção maior e habilidades cruciais, como o grau de instrução, que permitem expandir continuamente o vocabulário. Uma série de fatores além da idade – como circunstâncias sociais, métodos de ensino e mesmo sentimentos – podem afetar o número de idiomas que falamos e com que desenvoltura.
“Nem tudo vai ladeira abaixo com a idade”, diz Antonella Sorace, professora de linguística do desenvolvimento e diretora do Centro de Assuntos Bilíngues da Universidade de Edimburgo, na Escócia. É o caso do chamado “aprendizado explícito”: processo de estudo que se dá em uma sala de aula com um professor explicando as regras do idioma. “As crianças pequenas são muito ruins no aprendizado explícito porque não têm controle cognitivo, capacidade de atenção e memória”, diz Sorace.
Um estudo realizado em Israel descobriu, por exemplo, que os adultos eram melhores em compreender uma regra de linguagem artificial e aplicá-la a novas palavras.

Os cientistas compararam três grupos distintos: crianças de 8 anos, de 12 anos e adultos jovens. Os adultos apresentaram uma pontuação mais alta do que os mais novos, enquanto os de 12 anos também se saíram melhor do que os de 8 anos. O resultado da pesquisa coincide com o de um estudo de longo prazo realizado com quase 2.000 estudantes bilíngues catalães-espanhóis de inglês: os que começaram mais tarde aprenderam a nova língua mais rápido do que aqueles que iniciaram mais jovens.

Em Israel, os pesquisadores sugeriram que os participantes mais velhos podem ter se beneficiado de habilidades que chegam com a maturidade, como estratégias mais avançadas de solução de problemas e maior experiência linguística.
Em outras palavras, os alunos mais velhos tendem a saber muito sobre si mesmos e sobre o mundo ao seu redor e podem usar esse conhecimento para processar novas informações. As crianças mais novas se destacam, no entanto, em aprender implicitamente: ouvir nativos falando e imitá-los. Mas esse tipo de aprendizado requer muito convívio com nativos.
Em 2016, o Centro de Assuntos Bilíngues da Universidade de Edimburgo preparou um relatório interno sobre cursos de mandarim nas escolas primárias para o governo escocês. E descobriu que uma hora por semana de aula não fazia uma diferença significativa para crianças de cinco anos. Mas apenas meia hora com a presença de um professor nativo as ajudava a compreender elementos do mandarim que são mais difíceis para os adultos, como os tons.

Fácil assimilação
Todos nós nascemos com um dom natural para línguas. Quando bebês, conseguimos ouvir todos os 600 sons de consoantes e 200 de vogais que compõem as línguas do mundo. No primeiro ano de vida, nossos cérebros começam a se especializar, sintonizando os sons que ouvimos com mais frequência. Os bebês já balbuciam em sua língua materna. Até mesmo os recém-nascidos choram com um sotaque, imitando o que ouviam enquanto estavam dentro do útero.
Essa especialização também significa eliminar as habilidades de que não precisamos. Os bebês japoneses podem distinguir facilmente entre os sons de “l” e “r”. Já os adultos japoneses costumam ter dificuldade.
Não há dúvida, diz Sorace, da Universidade de Edimburgo, de que os primeiros anos são cruciais para incorporar nosso próprio idioma. Estudos com crianças abandonadas ou isoladas mostraram que, se não aprendemos a linguagem humana desde cedo, não conseguimos compensar isso facilmente mais tarde. Eis que surge a surpresa: esse corte não é o mesmo para o aprendizado de línguas estrangeiras.
“O importante é entender que a idade varia em compasso com muitos outros fatores”, diz Danijela Trenkic, psicóloga da Universidade de York, na Inglaterra.

Aprendizado no estrangeiro
A vida das crianças é completamente diferente da dos adultos. Então, quando comparamos suas habilidades linguísticas, “não estamos comparando realidades equivalentes”, acrescenta Trenkic. Ela dá o exemplo de uma família que se muda para outro país. Normalmente, as crianças aprendem a língua muito mais rápido do que os pais. Mas isso pode ser porque elas ouvem o idioma constantemente na escola, enquanto os pais podem estar trabalhando por conta própria.
As crianças também podem sentir um senso maior de urgência, já que dominar a língua é crucial para sua sobrevivência social: fazer amigos, ser aceito, se enturmar. Os pais, por outro lado, são mais propensos a socializar com pessoas que os entendem, como colegas imigrantes. “Criar o vínculo emocional é o que faz você se aperfeiçoar no aprendizado de idiomas, na minha opinião”, diz Trenkic, da Universidade de York.

Os adultos também podem criar esse laço afetivo, e não apenas por meio de relações amorosas ou de amizade com um nativo. Um estudo de 2013 realizado com adultos britânicos matriculados em um curso de italiano para iniciantes descobriu que aqueles que tiveram dificuldade com o idioma foram ajudados pelo relacionamento com outros alunos e o professor.
“Se você encontrar pessoas que pensam como você, é mais provável que você leve adiante o aprendizado do idioma e persevere”, explica Trenkic. “Esse é o segredo. Você precisa passar anos aprendendo. Então a menos que haja uma motivação social para isso, é realmente difícil prosseguir.”

No início deste ano, uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) com 670 mil pessoas mostrou que, para obter um conhecimento nativo da gramática inglesa, é melhor começar por volta de dez anos. Após essa idade, a capacidade diminuiria. Mas o estudo feito por meio de questionário online também revelou que podemos aprimorar os idiomas, incluindo o nosso próprio, ao longo do tempo.

Nós, por exemplo, só dominamos completamente a gramática da nossa própria língua por volta dos 30 anos. E um estudo online, realizado anteriormente, mostra que até mesmo os nativos aprendem quase uma palavra nova por dia em seu próprio idioma até os 50 anos. Trenkic destaca que o estudo do MIT analisou algo extremamente específico – a capacidade de passar por um nativo em termos de precisão gramatical. Para o estudante de idiomas em geral, isso pode não ser tão relevante.
“As pessoas às vezes me perguntam qual é a maior vantagem das línguas estrangeiras. Vou ganhar mais dinheiro? Vou ser mais inteligente? Vou ficar mais saudável? Mas, na verdade, a maior vantagem de aprender idiomas estrangeiros é poder se comunicar com mais gente”, diz ela. Trenkic, por exemplo, é da Sérvia. E só se tornou fluente em inglês por volta dos 20 anos, após se mudar para o Reino Unido. Ela diz que ainda comete erros gramaticais, especialmente quando está cansada ou estressada.

“Ainda assim, apesar de tudo – e isso é crucial – posso fazer coisas incríveis em inglês. Posso apreciar grandes obras literárias e escrever textos relevantes e coerentes com qualidade para publicação”, escreveu ela em um e-mail. De fato, o questionário do MIT classificou o inglês dela como nativo.

Na creche espanhola de Londres, em que os professores cantam Cumpleanos feliz (feliz aniversário, em espanhol) e há um exemplar de O Grúfalo em hebraico na estante, a própria diretora aprendeu o idioma local mais tarde.

Carmen Rampersad cresceu na Romênia e só dominou o inglês ao se mudar para o exterior, por volta dos 20 anos. Seus filhos aprenderam espanhol na creche. Mas talvez o mais aventureiro em termos linguisticos seja o marido dela. Nativo de Trinidad e Tobago, onde a língua oficial é o inglês, ele aprendeu romeno com a família dela, que mora perto da fronteira com a Moldávia. “O romeno dele é excelente”, diz ela. “Ele fala com um sotaque da Moldávia. É hilário.”

Fonte: BBC

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Que atitudes podem nos ajudar a encontrar a felicidade?

A primeira dica é: seja humano.

Você já experimentou sorrir mesmo quando está sem vontade? Ou sempre que pode se permite ficar triste? Se você pratica esses hábitos, está no caminho certo para ser feliz. O Bem Estar aproveitou a passagem do professor Tal Ben Sahar, da universidade americana de Harvard, pelo Brasil, para saber quais atitudes podem nos ajudar a encontrar a felicidade.

O professor criou um curso de felicidade baseado na psicologia positiva – uma ciência que testa o que funciona de fato para a gente se sentir melhor.

A primeira dica para ser feliz é se dar permissão para ser humano. Isso significa, é claro, ficar triste de vez em quando. “Primeiro precisamos experimentar todo o hall das emoções humanas. Por isso, se a gente rejeita a ansiedade, tristeza, medo, podemos nos tornar mais ansiosos, mais tristes, mais medrosos e mais infelizes”, diz.

Mesmo se você não estiver com vontade, sorrir pode te ajudar a se recuperar mais rápido de uma tristeza, por exemplo. “Há muitas pesquisas que lidam com o que é chamado de Hipótese do Feedback Facial. Elas mostram que quando a gente sorri, estamos liberando substâncias químicas no corpo que efetivamente contribuem para a nossa felicidade”.

“O oposto também é verdade. Quando a gente fica sério, de mau humor, outras substâncias químicas, com efeito contrário, são liberadas. E isso é contagioso. Se você sorri, eu também fico mais propenso a sorrir e se você sorri, mesmo que eu não esteja sorrindo, eu também libero substâncias químicas no meu cérebro”.

Isso funciona porque as relações são fundamentais para a nossa felicidade. “O maior indicador de felicidade é o tempo que a gente passa com as pessoas que são importantes para a gente, que se importam com a gente. Nos tornamos pessoas melhores quando passamos mais tempo com outras pessoas”.

Os elogios também funcionam. E muito! “As pessoas que recebem os elogios se sentem melhor. Mas o mais interessante é que as pessoas que estão fazendo o elogio também se sentem melhor. A coisa mais interessante sobre os elogios é que eles são contagiantes. Ou seja, em outras palavras, quando a gente vê alguém elogiando alguém, a gente também fica mais propenso a elogiar outras pessoas. Então, você pode fazer do mundo um lugar melhor, com essa atitude super simples”.

Fonte: Bem-Estar

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Estresse pode causar falta de ar?

É praticamente impossível passar o mês de dezembro com a calma e a paz que todos queremos para as nossas vidas. É tanta coisa para fazer que não cabe em um só dia de 24 horas. Pessoas que esquecemos o ano inteiro de repente surgem no WhatsApp combinando um jantar de final de ano urgente pois, afinal, não dá para ficar um ano sem se ver. O trânsito é alucinante, o barulho dos carros é infernal, o calor chega fritando, as compras não têm fim, os acertos e as brigas familiares por conta das festas vêm à tona…enfim, uma correria insana.

Resultado: todo mundo fica mais estressado, claro. Uns mais irritadiços, outros com mau humor, há os que reclamam de tudo e também os que sentem sinais físicos de cansaço, sono e falta de ar.

O grande problema da falta de ar é que há muitas outras causas, além do estresse, que podem causar aquela sensação de que o ar está faltando.

Quais as principais causas da falta de ar? A falta de ar pode ser consequente a um esforço físico mais extenuante, que é a causa mais comum; pode acontecer em decorrência de uma doença ou surgir de repente, sem prévio aviso.

Quando acontece depois de um esforço físico, pode ser normal, desde que melhore relativamente rápido e não venha acompanhada de nenhum outro sintoma como, por exemplo, inchaço nas pernas ou tosse. No entanto, quem reparar que está ficando cansado depois de um esforço que antes não causava nenhuma espécie de desconforto – como subir alguns degraus, por exemplo- deve procurar um médico para uma avaliação das funções cardíacas, circulatórias e respiratórias.

Muitas doenças podem causar falta de ar. Principalmente aquelas ligadas ao coração, pulmão ou vias respiratórias superiores ou inferiores. Assim, laringite, traqueíte, bronquite, sinusite, rinite ou asma, por exemplo, podem dar falta de ar.

O estresse pode também causar falta de ar. O grande problema é que muitas vezes é difícil diferenciar o diagnóstico, posto que o estresse pode também cursar com tontura, enjoo, vômito, formigamento em membros, suor frio, taquicardia, palpitação e sensação de morte iminente. Tudo isso junto: seria estresse ou um infarto?

Por isso, em épocas muito agitadas, preste bastante atenção aos seus sintomas, procurando manter um certo equilíbrio: não os menospreze, mas também não os exagere. Procurar um médico para orientação em caso de dúvida é sempre o melhor a fazer.

Respire fundo, muita calma e boas festas!

Fonte: Ana Escobar, Bem-Estar

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Consumir bebida alcoólica antes de dormir atrapalha a qualidade do sono, dizem especialistas

O álcool interfere na fase profunda do sono, impedindo que a pessoa descanse. Além disso, a bebida alcoólica também potencializa distúrbios como apneia, ronco e insônia. Neurologistas dão orientações para mudar este tipo de hábito.

Você é daqueles que toma uma cervejinha para relaxar antes de dormir? Apesar do álcool dar sonolência, ele atrapalha a fase profunda do sono, afetando a qualidade do descanso.

Dormir bem e de forma contínua é importante, já que, sempre que uma pessoa acorda durante a noite, volta ao estágio inicial de sono. E isso pode interferir em alguns processos que só ocorrem na fase mais profunda, esse é o caso da bebida alcóolica.

Estudos confirmam que a bebida altera o sono porque, primeiro, ela acelera o início do sono, em seguida, faz com que a pessoa caia em um sono profundo. A sonolência também é relativa porque a medida que a pessoa fica resistente, vai precisar de uma dose cada vez maior de álcool para conseguir o mesmo efeito.

Além disso, o álcool também potencializa distúrbios do sono como apneia, ronco e insônia. Os sintomas de uma noite mal dormida são: cansaço, sonolência durante o dia, dor de cabeça, dor muscular e memória prejudicada.

O sono tem quatro fases:

Fase 1: transição da vigília para o sono, quando ficamos sonolentos.
Fase 2: sono leve, quando a respiração e frequência cardíaca diminuem, os músculos relaxam e a temperatura abaixa.
Fase 3: o corpo funciona mais lentamente.
Fase 4: REM – o sono profundo, que é o reparador, que faz com que a gente descanse.

COMIDA COM BEBIDA ALCOÓLICA

A comida flambada traz a acidez e um toque diferencial de contraste aos alimentos, mas a liberação do álcool é pequena. O modo de preparo faz toda diferença no processo de evaporação. O resíduo é prejudicial, por exemplo, para as grávidas. Mães que amamentam também devem ter cuidado, pois o álcool passa para o leite materno.

ÁLCOOL X SONO X DIREÇÃO

Ficar sem dormir tem efeito cognitivo parecido com a intoxicação por álcool: os reflexos ficam lentos, a atenção prejudicada e a chance de cair no sono enquanto está na direção é altíssima. Não tem dose segura de álcool para dirigir depois, mas algumas pessoas acreditam que após um cochilo já estão aptas para conduzir o volante.
Não é verdade porque a pessoa continua com os reflexos alterados e são necessárias 24 horas depois de beber para dirigir. Uma taça de vinho (140 a 150ml), por exemplo, leva de duas a quatro horas para metabolizar.

Os estimulantes, como café e refrigerante de cola, postergam a sonolência, mas quando passa o efeito, a vontade de dormir vem forte. Entre as dicas para ter uma boa noite de sono estão: não beber álcool próximo à hora de dormir, beber moderadamente, intercalar a bebida com água e só dirigir após 24 horas da última dose. Dev-se optar por tomar um chá antes de se deitar.

Fonte: Bem-Estar

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Jogo eletrônico pode virar problema quando gera dependência

A dependência de videogame se tornou algo tão grave que entrou na Classificação Internacional de Doenças. Faça o teste e descubra se algum familiar apresenta os sintomas.

Os jogos eletrônicos são uma febre entre crianças e adolescentes. Além de divertir, eles podem estimular a agilidade e até aprender outro idioma. Mas sem os cuidados necessários, o uso pode virar um problema e gerar dependência.

A dependência tecnológica normalmente vem acompanhada de outros aspectos psicológicos, como baixa autoestima, depressão, fobia social, e quase sempre acarreta em sedentarismo e reclusão emocional. O crescimento acelerado do acesso à Internet possibilitou que mais pessoas corressem esse risco.

Mas como saber se alguém da família está dependente? Existem alguns critérios, segundo o Ambulatório Integrado do Controle dos Impulsos / Pro-Amit. Apresentar cinco dos oito sinais abaixo já pode ser considerado critério de dependência:

Preocupação excessiva com a internet;
Necessidade de aumentar o tempo conectado (on-line) para ter a mesma satisfação;
Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet;
Apresentar Irritabilidade e/ou depressão;
Quando o uso da internet é restringido, apresenta labilidade emocional (internet como forma de regulação emocional);
Permanecer mais conectado (on-line) do que o programado;
Ter o trabalho e as relações familiares e sociais em risco pelo uso excessivo;

Como escolher o brinquedo apropriado para o seu filho?

A Academia Americana de Pediatria publicou um artigo que ressalta a soberania dos brinquedos tradicionais em relação aos eletrônicos, quando se trata de estimular o cérebro. Saber escolher o brinquedo ideal para crianças, principalmente até os cinco anos de idade, é muito importante para a garantia do desenvolvimento cerebral delas.

Para garantir o desenvolvimento, o brinquedo tem que estar relacionado à possibilidade de desenvolver habilidade em todos setores: cognitivo, interações sociais, emocionais, físicas e de linguagem. O brinquedo eletrônico, em geral, não possui a capacidade de atingir todos esses domínios.

Já o brinquedo tradicional, como a boneca, casinha, desenhar, pintar, estimulam muito mais o desenvolvimento cognitivo, a visão espacial, a a imaginação e a criatividade. A exposição excessiva aos eletrônicos aumenta o risco de comportamentos agressivos e também de obesidade.

Uma criança que joga tênis no videogame pode se divertir e gastar um pouco de energia, mas no jogo real, a criança tem uma visão da bolinha a uma distância mais longa do que a da tela do computador, ou seja, tem uma experiência muito mais completa, o que para o cérebro é muito melhor.

Outra recomendação importante dos especialistas é a de não deixar o filho jogando videogame sozinho no quarto, sem supervisão, pois diversos jogos podem não ser indicados para determinada faixa etária.
Nos dias de hoje é difícil negar o acesso ao celular ou ao tablet para crianças de 1 ou 2 anos, mas segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças nesta idade, jamais devem usar qualquer eletrônico.

Fonte: Bem Estar

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Não aposente seu cérebro

Há muitas formas de manter a mente ativa: aprender coisas novas, exercitar-se, socializar e ajudar os outros.

Seu cérebro se acostumou a trabalhar para aumentar continuamente a eficiência com que você lida com os compromissos diários. Ampliar os horizontes é seu estado natural, como atestam os seres humanos desde a mais tenra infância. Portanto não incorra no erro de achar que ele deve se aposentar. Mesmo que sua rotina não seja mais tão pesada e você disponha de tempo para relaxar, a verdade é que seu cérebro continua querendo atingir novos patamares. Se obrigá-lo a permanecer inativo, saiba que ele passará a produzir menos neurotransmissores que estão associados ao bem-estar e ao prazer.

Uma das resoluções de fim de ano mais importantes é comprometer-se a manter seu cérebro feliz. Não é tão difícil conseguir esse objetivo, há quatro elementos capazes de “alimentar” esse circuito virtuoso: aprender coisas novas, exercitar-se, socializar e ajudar os outros. Incorporar o exercício ao seu dia a dia é mandatório, como o médico repete o médico à exaustão, mas inclua os demais itens à sua rotina.

Procure experiências e atividades que deem trabalho ao cérebro: de aprender uma nova língua (há cursos gratuitos on-line) a dançar. Comece com um diário, pense em escrever suas memórias para os descendentes. Toda vez que nos sentimos valorizados por alguma contribuição, produzimos hormônios ligados à felicidade. Por isso compartilhar o que sabemos e ajudar os outros têm um efeito tão poderoso. Isolar-se tem o resultado oposto.

Sem ideias de como começar? Lembre-se do que gostava aos 20 anos. Será que não dá resgatar esses interesses? Domina algum campo de conhecimento que pode ser útil para outras pessoas? Pense num trabalho voluntário, que vai “remunerar” você de uma forma mais profunda do que jamais imaginou. Procure estar em contato com a natureza, que vai ajudá-lo a transformar pequenos momentos em grandes prazeres. Seu cérebro é a soma do que você vê, fala, pensa, ri. Imagine o início da velhice como uma nova adolescência. Aliás, o termo gerontolescente tem exatamente esse propósito: a vida ainda tem muito a oferecer, não se recolha aos aposentos.

Fonte: Bem- Estar

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Ansiedade: problema de saúde mais pesquisado pelos brasileiros em 2018

Segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) publicado em fevereiro de 2017, o Brasil é recordista mundial em prevalência de transtornos de ansiedade: 9,3% da população sofre com o problema. Ao todo, são 18,6 milhões de pessoas.
É importante lembrar, no entanto, que existe uma diferença entre a ansiedade natural — que vem antes de uma prova, por exemplo — e o chamado transtorno de ansiedade.

Em entrevista à BBC, a doutoranda e pesquisadora Olivia Remes, do Departamento de Saúde Pública e Cuidados Primários da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, explica que transtornos de ansiedade generalizada são caracterizados por sensações frequentes de medo, inquietação, e de “sentir-se no limite”. 44

Como lidar com a ansiedade?

Algumas das dicas para melhorar os sintomas vão desde a prática de exercícios físicos e meditação até buscar terapia.
“Quando você se exercita, você diminui seus níveis de ansiedade e você tem mais energia. Você simplesmente se sente melhor como um todo”, aponta Remes, que também acredita na terapia como a melhor forma de lidar com o transtorno.

A reportagem da BBC cita um estudo da Universidade de Nova Jersey em que os pesquisadores concluíram que a prática de exercícios e meditação duas vezes por semana, por 30 minutos cada, pode ajudar pessoas que “ruminam” pensamentos — algo comum entre os ansiosos.

Fonte: g1

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‘Higiene do sono’ aumenta desempenho acadêmico de crianças e adolescentes

 

Dois estudos publicados nesta-segunda-feira mostram a importância de boas rotinas — como ler antes de dormir e manter o ambiente quieto — para uma noite de sono adequada.

A “higiene do sono”, que inclui práticas como um ambiente quieto e de temperatura agradável para dormir ou ler antes de ir para a cama para ajudar as crianças a relaxar, é cada vez mais popular entre os pais que querem que seus filhos tenham uma boa noite de descanso. E, agora, duas pesquisas publicadas nesta segunda-feira mostram que dormir bem também trazem benefícios para o desenvolvimento e o desempenho acadêmico das crianças.

— Uma boa higiene do sono dá às crianças uma maior chance de obter um sono adequado e saudável todos os dias, e o sono saudável é crítico para promover o crescimento e desenvolvimento da criança — destaca Wendy Hall, especialista em sono e professora Universidade da Colúmbia Britânica (UBS, na sigla em inglês), Canadá, que liderou uma revisão de estudos ligados ao assunto publicada nesta segunda-feira no periódico científico “Paediatric Respiratory Reviews”. — As pesquisas nos mostram que as crianças que não dormem o bastante de forma consistente têm mais chances de ter problemas na escola e se desenvolvem mais lentamente que suas colegas que dormem o suficiente.

Atualmente, a Academia Americana de Medicina do Sono recomenda os seguintes períodos de sono diário, dependendo da faixa etária: quatro a 12 meses de idade, deve-se dormir de 12 a 16 horas; entre 1 e 2 anos, de 11 a 14 horas de dono; de 3 a 5 anos, de dez a 13 horas; de 6 a 12 anos, de nove a 12 horas; e, de 13 a 18 anos de idade, de oito a dez horas de sono.

Na revisão, os pesquisadores da UBC analisaram sistematicamente 44 estudos de 16 países sobre as práticas e resultados da higiene do sono em diferentes culturas, envolvendo um total de quase 300 mil crianças da América do Norte, Europa e Ásia, com foco em quatro grupos etários: bebês e crianças pequenas (quatro meses a dois anos de idade); crianças em idade pré-escolar (três a cinco anos); crianças em idade escolar (seis a 12 anos); e adolescentes (13 a 18 anos).

— Encontramos de boa a forte comprovação do benefício (para ter uma boa noite de sono) de certas práticas de higiene do sono para crianças mais novas e em idade escolar: horários regulares de ir para a cama, ter um quarto silencioso e o “autoapaziguamento”, em que elas próprias têm a oportunidade de dormir ou voltarem a dormir sozinhas se acordarem no meio da noite — acrescenta Wendy.

Mas mesmo para crianças mais velhas ter um horário definido para ir para a cama é importante. A revisão encontrou estudos mostrando que adolescentes cujos pais tinham regras rigorosas sobre seu sono dormiam melhor que crianças cujos pais não estabeleciam qualquer regra.

Wendy e sua coautora, Elizabeth Nethery, que faz doutorado na UBC, também encontrou extensas evidências de sono melhor com a limitação do uso de tecnologia antes de dormir ou durante a noite. Estudos do Japão, Nova Zelândia e EUA mostraram que quanto mais expostas as crianças a meios eletrônicos durante a noite, menos elas dormiam.

— Um grande problema com crianças em idade escolar é que elas podem demorar muito a dormir, então evitar atividades como jogar videogames ou assistir a filmes de ação antes de ir para a cama é importante — diz Wendy.

Fonte: O Globo

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